Pense...
Diante da gravidade da situação, e mesmo como expressão de amor ao próximo, baseados nos princípios de igualdade e justiça instituídos por Cristo, não seria coerente que desejássemos e exigíssemos:
Do governo:
- A disponibilização gratuita, de um serviço eficiente de planejamento familiar e sexual à toda a população, com orientação adequada e maciça sobre métodos de prevenção da gravidez;
- A legalização do aborto até a 12ª semana de gestação;
- A legaliza o aborto até a 20ª semana de gestação quando a gravidez significar risco de vida à mulher ou em caso de má formação fetal incompatível com a vida;
- A prévia avaliação, orientação e acompanhamento cuidadoso da gestante por psicólogos e médicos antes e após o aborto;
- A garantia do direito à realização do aborto em instituições públicas de saúde, com segurança e qualidade.
Da igreja e de nós mesmos:
- A promoção uma campanha de conscientização das pessoas quanto a sexo e gravidez. E o não posicionamento da instituição pela proibição dos métodos contraceptivos e do aborto, pois assim não se educa, nem se conquista ninguém.
Que Deus nos abençoe a todos e nos dê Graça e Glória para nos posicionarmos.

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