
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Boas Festas!!!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Presentes!!!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Coroa de Natal

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
A árvore de Natal

domingo, 21 de dezembro de 2008
Papai Noel

sábado, 20 de dezembro de 2008
A Origem do Natal
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
A que, então, está associado o Natal?
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Dia do Nascimento de Jesus
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
A Instituição do Natal
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Há DEZ dias do Natal!
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Aborto - parte 3
Diante da gravidade da situação, e mesmo como expressão de amor ao próximo, baseados nos princípios de igualdade e justiça instituídos por Cristo, não seria coerente que desejássemos e exigíssemos:
Do governo:
- A disponibilização gratuita, de um serviço eficiente de planejamento familiar e sexual à toda a população, com orientação adequada e maciça sobre métodos de prevenção da gravidez;
- A legalização do aborto até a 12ª semana de gestação;
- A legaliza o aborto até a 20ª semana de gestação quando a gravidez significar risco de vida à mulher ou em caso de má formação fetal incompatível com a vida;
- A prévia avaliação, orientação e acompanhamento cuidadoso da gestante por psicólogos e médicos antes e após o aborto;
- A garantia do direito à realização do aborto em instituições públicas de saúde, com segurança e qualidade.
Da igreja e de nós mesmos:
- A promoção uma campanha de conscientização das pessoas quanto a sexo e gravidez. E o não posicionamento da instituição pela proibição dos métodos contraceptivos e do aborto, pois assim não se educa, nem se conquista ninguém.
Que Deus nos abençoe a todos e nos dê Graça e Glória para nos posicionarmos.
domingo, 14 de dezembro de 2008
Aborto - parte 2
Com a atual criminalização do aborto, proliferam clínicas clandestinas, extremamente lucrativas, nas quais o aborto é realizado muitas vezes em condições precárias resultando em riscos para as mulheres. Sem falar nos métodos desesperados que muitas mulheres, oprimidas pela moral , acusação e medo, utilizam para realizar um aborto, introduzindo objetos na vagina.
São os trabalhadores e a juventude das periferias que mais sofrem com essa situação, pois a classe mais abastada da sociedade tem acesso a métodos abortivos seguros.
Em nosso país, o aborto consiste na 5ª maior causa de internação de mulheres em hospitais públicos, sendo a 3ª maior causa de morte materna (IBGE, 2001). Segundo dados oficiais, cerca de 250 mil mulheres se internam anualmente por complicações associadas ao abortamento clandestino, sendo uma grande parcela adolescentes. Em 1997, foram 240 mil adolescentes entre 10 e 19 anos.
O gasto público resultante da prática de abortos clandestinos é muito alto: em 2004, ocorreram 243.998 internações por complicações em hospitais públicos, totalizando um gasto de R$ 35.040.978,90.
Projeto de Lei
Desde 1991 está tramitando no Congresso Nacional o Projeto de Lei 1135/91 que:
· Legaliza o aborto até a 12ª semana de gestação;
· Legaliza o aborto até a 20ª semana de gestação quando a gravidez significar risco de vida à mulher ou em caso de má formação fetal incompatível com a vida;
· Assegura o direito à realização do aborto em instituições públicas de saúde;
· Revoga os artigos do Código Penal que criminalizam o aborto.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Aborto - parte 1
História: A prática do aborto era amplamente aceita em várias sociedades antigas: orientais, hebreus (pré lei mosaica) e romana. Sua condenação veio especialmente a partir do cristianismo, quando o imperador romano Septímio Severo afirmava que o aborto lesava o direito do marido à prole.
A luta pela legalização do aborto está historicamente associada ao combate em torno das liberdades democráticas, reivindicação incorporada há mais de um século à tradição do movimento operário e trabalhador.
Até hoje, setores opressores da sociedade se posicionam contrariamente ao aborto com o fim de “manterem as mulheres como pessoas de segunda categoria”.
Razões para Lutar pela Legalização
A legalização do aborto não se trata de incentivar a prática do aborto ou mesmo de aprová-la em qualquer caso, afinal, aborto não é, nem nunca deve ser um método contraceptivo.
Não é por acaso que nos últimos anos a campanha contra o aborto tenha ganhado força. Em países onde a prática já foi legalizada, como nos EUA, a mortalidade materna caiu mais de 10 vezes (e o governo Bush procura retorna à criminalização).
Dentre os principais argumentos contrários à legalização do aborto está o de que abortar é sacrificar a vida de um ser humano. Contudo as evidências científicas mais recentes demonstram que o desenvolvimento da vida fetal é um processo gradual, sem qualquer divisão moral significante. A estrutura cerebral só se completa após a 12ª semana, enquanto que na 20ª semana a probabilidade de vida extra-uterina é de no máximo 10%.
No Brasil, o aborto só é considerado legal quando a gravidez coloca em risco a vida da mãe ou quando é resultante de estupro. Todas as demais situações são consideradas como crime, cujo enquadramento no código penal pode resultar em
