quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Boas Festas!!!

Espero que tenham gostado e compreendido a série de posts sobre o Natal.
Fiz esta pesquisa há muitos anos atrás e guardei o texto, mas não tenho mais as referências. Contudo não é difícil encontrar informações a este respeito. Pesquise na web ou em enciclopédias físicas, mesmo. Certamente você confirmará que o Natal não tem nada a ver com cristianismo. 
Óh... não há problema se você decidir continuar celebrando esta festa, mas agora você sabe o que ela significa.
 Mas, você pode também, escolher libertar-se deste costume, da sujeição aos gastos astronômicos (que a maioria das pessoas faz), da "comilança" (e dos quilos a mais), da bebedeira, da obrigação de comprar comidas típicas (e caras!) enfim, você pode se libertar do "espírito natalino" que, no fundo é um "espírito" de gastos e de endividamento!
Isso mesmo! Você pode ser livre para curtir o dia 25 de dezembro como qualquer outro feriado. Compre somente o necessário. Aproveite para estar com a família e uma semana depois deseje a todos um Feliz Ano Novo!



quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Presentes!!!


E a troca de presentes, não será bíblica? O ponto culminante de toda esta observância natalina: a época de fazer compras de Natal! Comprar e trocar presentes com familiares e amigos. Muitos exclamarão em triunfo:  "Bem, pelo menos este é um costume bíblico. Não deram presentes os Reis magos do Oriente quando Cristo nasceu?"
 
Novamente encontraremos mais surpresas ao conhecermos a verdade. Antes porém vamos examinar a origem histórica dos costumes de dar e receber presentes para depois ver o que a Bíblia nos diz a esse respeito.
 
Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, citamos o seguinte: "A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália" e deve ter sido adotada do mundo pagão pelos cristãos.
 
O fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo, ainda que pareça estranho!
 
Suponha que sua mãe esteja fazendo aniversário e por isso deseja honrá-la neste dia, você compraria presente para todos, trocaria presentes com um e com outro de seus amigos e familiares, e ignoraria qualquer presente para aquela que cujo nascimento deseja honrar? Bastante absurdo quando visto desta forma não é?
 
No entanto é precisamente isto que fazem as pessoas por todas as partes do mundo! Dizem honrar a Cristo em um dia no qual ele não nasceu, gastando todo dinheiro que conseguem juntar para comprar presentes, para trocarcom um e com outro, entre seus amigos e familiares. Todos se ocupam trocando presentes entre si, e preocupam-se com com as dívidas feitas por causa do Natal e raramente se voltam a Cristo, a quem dizem honrar.
 
Agora considere o que a Bíblia diz a respeito das ofertas que os Reis magos deram quando Cristo nasceu. Está em Mateus 2:1-11:
 
"Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo. O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém; e, reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo. Responderam-lhe eles: Em Belém da Judéia; pois assim está escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel. Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão acerca do tempo em que a estrela aparecera; e enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore. Tendo eles, pois, ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto quando no oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande alegria. E entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro incenso e mirra."
 
Dádivas oferecidas a Cristo? Note, inquiriram pelo menino Jesus. Nascido Rei dos Judeus! Então por que lhe ofereceram dádivas? Por ser dia do seu aniversário? De maneira alguma, pois chegaram muitos dia ou semanas depois da data de seu nascimento. Seria para deixar-nos um exemplo, para trocarmos presentes uns com os outros? Não, note cuidadosamente! Eles deram as ofertas a Cristo, não para os amigos e parentes deles, ou qualquer outro!
 
Por que? Permita-me transcrever o que diz Adam Clarke, em seu Adam Clarke Commentary, vol. V pág. 46 , vers.11 (oferta-lhe dádivas): "Os povos do Oriente nunca chegam na presença de Reis ou de grandes personagens sem um presente nas mãos."
 
O costume é freqüentemente encontrado no Velho Testamento, e está em vigor no Oriente, inclusive em algumas ilhas descobertas recentemente nos mares do Sul.
 
Eis o motivo! Os reis magos não estavam instituindo um novo sistema cristão de permuta de ofertas com amigos para honrar o nascimento de Cristo! Agiam conforme ao antigo costume Oriental de levar ofertas ao apresentar-se diante de um rei. Eles compareciam perante a presença do Rei dos Judeus em pessoa. Portanto o costume ditava que ofertassem alguma dádiva, da mesma forma que a Rainha de Sabá trouxe ofertas a Salomão, assim como hoje muitos que visitam um Chefe de Estado levam consigo um presente.
 
O costume de dar e receber presentes de Natal não tem nada a ver com esse incidente registrado nas Escrituras, porém, de fato, é a continuação de um antigo costume pagão. Em vez de honrar a Cristo, tal costume deixa as pessoas agitadas, preocupadas, endividadas. Nos últimos anos temos visto estatísticas sobre o stress no final de ano. Além disso, o tempo de trabalho no comércio aumenta, sem aumentar os salários. Aumentam, sim, os lucros dos comerciantes e industriais em mais de 20%! Este costume, hoje, como tudo na sociedade em que vivemos, tem apenas um objetivo: lucro.
 
Os anúncios publicitários se multiplicam e os editoriais em linguagem colorida, exaltam e elogiam a época pagã e o seu "espírito".

O público crédulo e simples já se encontra tão inoculado com esta falsidade, que muitos ficam ofendidos quando se lhes diz a verdade. Porém o "espírito do Natal" é revivido a cada ano, não para honrar a Cristo, mas para vender mercadorias! O Natal mostra-se sobre um falso aspecto de bondade. Milhões de Reais são gastos nesses desperdícios de mercadoria a cada ano! Bebedices, glutonarias, coisas que passam longe de uma festa espiritual e cristã como alegam. Natal faz parte do sistema econômico "da Babilônia" sob o qual ainda vivemos e do qual nos libertaremos um dia, com a Graça de Deus e com nossos esforços organizados!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Coroa de Natal


Além dos costumes tradicionais de Natal que observamos, sem percebermos, importamos outros mais,  que por serem de origem pagã, são logo colocados com entusiasmo como: "a coroa de azevinho" às vezes conhecida por "coroa de Natal", com a qual se enfeita a porta de muitos lares "cristãos" e o madeiro que se queima em lareira durante o Natal, às vezes chamado de "acha de Natal" são relíquias de eras pré-cristãs (isto é, pagãs), segundo a Enciclopédia Americana.
 
A queima da acha de Natal originou-se do antigo costume da fogueira de Natal que era acesa para dar vida e poder ao sol, que, pensava-se, renascia no Solstício do Inverno. Tempos mais tarde, o costume da fogueira ao ar livre foi substituído pela queima dentro de casa de uma acha e por longas velas vermelhas gravadas com esculturas de motivos solares e outros símbolos mágicos. Como o carvalho era considerado a árvore Cósmica da Vida pelos antigos druidas, a acha de Natal é tradicionalmente de carvalho. Algumas tradições wiccanas usam a acha de pinheiro para simbolizar os deuses agonizantes Attis, Dionísio ou Woden.

Antigamente as cinzas da acha de Natal eram misturadas à ração das vacas, para auxiliar numa reprodução simbólica, e eram aspergidas sobre os campos para assegurar uma nova vida e uma Primavera fértil. 

Pendurar a coroa, guirlanda ou um ramo de visco sobre a porta é uma das tradições favoritas do Natal, repleta de simbolismo pagão, e outro exemplo de como o Cristianismo moderno adaptou vários dos costumes antigos da Religião Antiga dos pagãos. 

O visco era considerado extremamente mágico pelos druídas, que o chamavam de "árvore Dourada". Eles acreditavam que ela possuía grandes poderes curadores e concedia aos mortais o acesso ao Submundo. Houve um tempo em que se pensava que a planta viva, que é na verdade um arbusto parasita com folhas coriáceas sempre verdes e frutos brancos revestidos de cera, era a genitália do grande deus Zeus, cuja árvore sagrada é o carvalho. O significado fálico do visco originou-se da idéia de que seus frutos brancos eram gotas do sêmen divino do deus em contraste com os frutos vermelhos do azevinho, iguais ao sangue menstrual sagrado da Deusa. 

A essência doadora de vida que o visco sugere fornece uma substância divina simbólica e um sentido de imortalidade para aqueles que o seguram na época do Natal. Nos tempos antigos, as orgias de êxtase sexual acompanhavam freqüentemente os ritos do deus-carvalho; hoje, contudo, o costume de beijar sob o visco é tudo o que restou desse rito, não tão presente no Brasil.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

A árvore de Natal


O que diz a Bíblia sobre a árvore de Natal? Se a Bíblia nada diz para comemorarmos o Natal, nem mesmo registra tal observância da parte dos apóstolos ou da verdadeira Igreja primitiva, ela tem algo a dizer sobre a árvore de Natal!? Isto será uma surpresa real para muitos, mas aqui está.

Jeremias 10:2-4 - "Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova."
 
Deus nos ordena a não imitar esse caminho nem segui-lo! Certas pessoas se enganam ao pensar que não faz mal ter uma árvore de Natal. Com ela nos associamos à festividade gentílica. As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas. 

Uma antiga fábula babilônica falava de um pinheirinho que nasceu de um tronco morto. O velho tronco simbolizava Ninrode morto e o novo pinheirinho que Ninrode tinha vindo viver novamente em Tamuz! 

Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. 

Sabemos que as pessoas, na sua maioria, não adoram árvores, contudo vemos claramente que adquiriram a idéia gentílica por ignorância.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Papai Noel


Alguém dirá: Certamente que o velinho tão querido, "Papai Noel", não é uma criação pagã. Porém ele é, e o seu caráter verdadeiro não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam!
 
O nome "Papai Noel" é uma corruptela do nome "São Nicolau" um bispo romano que viveu no século V. Leia na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, o seguinte: "São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro... A lenda de sua dádiva oferecida as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido..." diz se ter originado o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau (6 de dezembro), o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), que sorrateiramente a idéia é fazê-lo substituir Papai do Céu.
 
Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira. Então na época de Natal. Contam-lhes esta tamanha mentira do Papai Noel! Será demais pensar então que muitos deles ao crescerem e conhecerem a verdade, comecem a acreditar também que Deus é um mito?
 
O "velinho" de barba branca é sempre alguém que se disfarça para parecer bonzinho!
 
E assim, quando examinamos os fatos, ficamos surpreendidos grandemente ao saber que a prática da observância do Natal não é, afinal, uma prática cristã verdadeira, porém um costume pagão - um dos caminhos de Babilônia que o mundo continua seguindo!

sábado, 20 de dezembro de 2008

A Origem do Natal

O Natal é a principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode! É verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio!
 
Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - "Sistema de Competição Organizado" - de impérios, baseados na propriedade privada, ganância e no lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou; rebelde".
 
Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina malígna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.
 
Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal"!
 
Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu" dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino"(isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da "virgem e o menino" espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo!
 
Portanto durante os séculos quarto e quinto, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano adotavam o novo "cristianismo popular" levando consigo as antigas crenças e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos, popularizou-se também a idéia da "virgem e o menino" especialmente durante a época do Natal.

(Maria, após o nascimento de Jesus, manteve relações íntimas com seu marido segundo as escrituras - Mateus 1:24-25 - "E José, tendo despertado do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu sua mulher; e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de JESUS." Dizer que ela permaneceu virgem é um reflexo claro desta doutrina satãnica pagã.) 

Os postais de Natal, as decorações e representações, do presépio, as músicas da noite de Natal, como seu tema "Noite Feliz", repetem ano após ano esse tema popular da "virgem e o menino".
 
Nós que nascemos num mundo cheio de costumes babilônicos, criados e mergulhados nessas coisas toda nossa vida, fomos ensinados a reverenciar essas coisas como sendo santas e sagradas. Nunca investigamos para ver de onde vieram. A verdadeira origem do Natal encontra-se na antiga Babilônia. O Natal (25 de dezembro) é uma mentira.
 
No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípicio da "Rainha do Céu") nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. 

Atente a este ponto, em especial: o próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17). 

Portanto os antigos "Mistérios Caldeus" idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, têm sido transmitidos de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência Cristã.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A que, então, está associado o Natal?

A New Schaff-herzog Enciclopedia of Religious Knowledge (Enciclopédia de conhecimentos religiosos) explica-o claramente no seu artigo sobre o "Natal".
 
Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o "Novo Sol"... As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam ademais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã... A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, agradava tanto que os cristãos viram com o agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la sem grandes alterações no espírito e na forma.
 
Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.
 
Lembre-se que o mundo romano era pagão. Antes do século IV, os cristãos eram poucos em número, embora aumentassem, eram perseguidos pelos pagãos. Porém, com a chegada de Constantino, como imperador, que no século IV fez profissão pública de fé cristã, colocando o cristianismo ao mesmo nível do paganismo, o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, dentre os quais 25 de dezembro era a maior das festividades idólatras. Era uma festa alegre com seu espírito especial. Todos se divertiam! Não queriam renunciá-la!
 
Este mesmo artigo da enciclopédia Shaff-Herzog de conhecimentos religiosos, explica como a aprovação dada por Constantino do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora "convertidos" em massa ao "cristianismo" o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus.
 
E assim foi que "o Natal" se enraizou em nosso mundo Ocidental!
 
Não importa que usemos outro nome, continua sendo a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome: "chame um coelho de leão se quiser, porém continuará sendo um coelho".
 
E da Enciclopédia Britânica: "A partir do ano 354, alguns latinos, possivelmente, transferiram o dia de nascimento de 6 de janeiro para 25 de dezembro, quando se realizava uma festa mitraísta... ou nascimento do Sol invicto... Os sírios e os armênios, que se prenderam a data de 06 de janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores do Sol, alegando... que a festa de 25 de dezembro tinha sido inventada pelos discípulos de Corinto."
 
Então, se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual é a origem verdadeira?

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Dia do Nascimento de Jesus

Jesus não nasceu em 25 de dezembro? Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno!
 
Quando Jesus nasceu, "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho."(Lucas 2:8)
 
Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia.
 
Veja que a própria Bíblia fornece provas, em Cantares de Salomão 2:11 e am Esdras 10:9-13, de que o inverno era uma estação chuvosa, não permitindo aos pastores permanecerem ao ar livre nos campos durante a noite.
 
"Durante a época da Páscoa (começo da primavera) era costume antigo dos judeus daqueles dias levarem as ovelhas aos campos e desertos, e recolhê-las ao começo das primeiras chuvas", afirma Adam Clarke no seu Commentary, (vol. 5, pág. 370, edição de New York).
 
A seguir esta mesma autoridade declara: "Os pastores cuidavam dos seus rebanhos dia e noite durante todo e tempo que permaneciam fora..." as primeiras chuvas começavam no princípio do mês de "Marchesvan", que corresponde parte dos meses de outubro e novembro do nosso calendário (começa às vezes em outubro), descobrimos que as ovelhas estavam nos campos ao ar livre durante todo o verão. E como os pastores não haviam ainda recolhido os seus rebanhos, é um argumento provável que outubro não havia ainda nem começado, e que, consequentemente, nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo; nem mesmo poderia ter nascido depois do mês de setembro, já que os rebanhos estavam ainda no campo durante a noite, apenas uma ocorrência cronológica... Veja as citações dos "Talmudistas em Lightfood."

"Qualquer enciclopédia ou outra autoridade, poderá lhe dizer que Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro. A enciclopédia Católica francamente testifica este fato."
 
A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida conforme todas autoridades no assunto afirmam, muito embora algumas passagens das Escrituras indicam, fortemente, que foi no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.
 
Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, isto estaria claro na Bíblia, inclusive a data exata. Como este costume pagão foi absorvido pela Igreja? Como surgiu no mundo ocidental este costume pagão?

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

A Instituição do Natal

A palavra "Natal" tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Esta festa teve origem na Igreja Católica Romana e daí se expandiu ao protestantismo e ao resto do mundo.
 
E então, de onde a Igreja Católica Romana tirou a idéia de se celebrar o nascimento de Jesus Cristo? Não foi do Novo Testamento. Não foi da Bíblia. Nem foram os primeiros apóstolos instruídos por Cristo a celebrar o seu nascimento. Todavia, sabe-se que o costume foi lentamente absorvido do paganismo pela Igreja Católica Romana a partir do quarto século.
 
Vejamos o que diz a Enciclopédia Católica, edição inglesa, sob o título "Natal".
 
"O Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja... Os primeiros indícios da festa provêm do Egito." "Os costumes pagãos ocorridos durante as calendas de Janeiro lentamente modificaram-se na festa do Natal".
 
Também nas mesmas enciclopédias, sob o tema "Dia do Natal", encontramos que Orígenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: "... Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), que se rejubilaram grandemente com o dia em que nasceram neste mundo."
 
A Enciclopédia Britânica edição de 1946, afirma: "O Natal não era contado nas primeiras festas da Igreja..." "Não foi instituída por Cristo, nem pelos apóstolos, nem por autoridades bíblicas. Foi adquirida mais tarde do paganismo."
 
A Enciclopédia Americana, edição 1944, declara: "O Natal...não foi, de acordo com muitas autoridades no assunto, celebrado nos primeiros séculos da Igreja Cristã, porque o costume cristão, em geral era celebrar a morte de pessoas importantes em vez do nascimento. A "comunhão", instituída por autoridade bíblica no Novo Testamento, é o memorial desse acontecimento (isto é, o nascimento de Cristo) no século IV. No século V, a Igreja Ocidental deu origem, para que fosse celebrada para sempre no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo."
 
Agora veja! Estas reconhecidas autoridades históricas mostram que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era - um período maior do que a história inteira do Brasil como uma República independente! Foi absorvida na Igreja Ocidental, ou Romana, durante o século IV da era cristã. Senão a partir do século V que a Igreja Romana ordenou que se comemorasse oficialmente como uma festividade cristã!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Há DEZ dias do Natal!

Estamos há 10 dias do Natal e eu gostaria de publicar uma série de textos para nossa reflexão. Por exemplo, você já parou para pensar por que comemoramos o Natal? Eu gostaria de saber o que o Natal significa pra você? É uma data religiosa? O seu Natal tem Jesus Cristo, Papai Noel, presentes e/ou árvore de Natal? Afinal de contas, o que aconteceu no dia 25 de dezembro? 

Convido-o a ler a série de texto que estarei publicando a partir de hoje, fonte de pesquisas na internet e na Enciclopédia Barsa, conhece? Isso, essa mesma que muitos devem ter em suas casas ou na casa de seus pais ou avós.

De onde terá vindo o costume de celebrar o Natal? Da Bíblia? Ou terá vindo do paganismo? Eis aqui verdade surpreendente que o alarmará! Que sabe o leitor sobre a origem da Árvore de Natal, do "Papai Noel", da coroa de azevinho e do costume de trocar presentes?

Era noite de Natal. as crianças com ajuda dos pais, tinham feito o presépio, armado a àrvore de Natal, colocando os sapatinhos na janela e dormido cedo ansiosas pela chegada do Papai Noel carregado de presentes. Ao amanhecer do dia 25 de dezembro deparam-se com muitos embrulhos, brinquedos e doces aos pés da àrvore de Natal, toda iluminada por lâmpadas pisca-piscas e decorada com enfeites cintilantes. Os pais asseguravam-lhes que tudo aquilo fora trazido por Papai Noel durante a noite enquanto dormiam.

Acaso as crianças duvidavam do que os pais lhes diziam? Claro que não! Aceitavam-no como verdade. E ao leitor, não lhe aconteceu o mesmo? Pare e pense por um momento!

Muitos, nunca se detém para pensar no PORQUÊ acreditam no que acreditam, no PORQUÊ seguem determinados costumes ou de onde eles procedem. Todos nascemos em um mundo cheio de costumes: crescemos acostumados a aceitá-los sem discussão. Por quê? Instinto de ovelha?

Bem mais do que isso. Por natureza temos a tendência de fazer o mesmo que os outros, ainda que estejam errados. As ovelhas seguem em direção ao matadouro, confiantemente, porém, os seres humanos têm a capacidade de examinar o caminho que seguem.

Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro?

Será que os primeiros apóstolos que conheciam e foram ensinados por Jesus, pessoalmente, celebraram o aniversário do menino Jesus em 25 de dezembro? Será que alguma vez o celebraram em qualquer outro dia?

Se o Natal é uma das maiores festas cristãs, por que será que mesmo os não-cristãos o celebram também? Você sabe?

Por que nessa época se troca tantos presentes com familiares, parentes e amigos? Se é por causa dos reis magos que trouxeram e ofertaram presentes ao menino Jesus, a resposta poderá surpreender.

A maioria das pessoas "supõe" muitas coisas sobre o Natal que não são verdades. Vamos agora parar de fazer suposições e conhecer os fatos!

Aguardem.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Aborto - parte 3

Pense...

Diante da gravidade da situação, e mesmo como expressão de amor ao próximo, baseados nos princípios de igualdade e justiça instituídos por Cristo, não seria coerente que desejássemos e exigíssemos: 

Do governo: 

  • A disponibilização gratuita, de um serviço eficiente de planejamento familiar e sexual à toda a população, com orientação adequada e maciça sobre métodos de prevenção da gravidez;
  • A legalização  do aborto até a 12ª semana de gestação;
  • A legaliza o aborto até a 20ª semana de gestação quando a gravidez significar risco de vida à mulher ou em caso de má formação fetal incompatível com a vida;
  • A prévia avaliação, orientação e acompanhamento cuidadoso da gestante por psicólogos e médicos antes e após o aborto;
  • A garantia do direito à realização do aborto em instituições públicas de saúde, com segurança e qualidade. 

Da igreja e de nós mesmos: 

  • A promoção uma campanha de conscientização das pessoas quanto a sexo e gravidez. E o não posicionamento da instituição pela proibição dos métodos contraceptivos e do aborto, pois assim não se educa, nem se conquista ninguém. 

Que Deus nos abençoe a todos e nos dê Graça e Glória para nos posicionarmos.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Aborto - parte 2

Consequências da Não-Legalização

Com a atual criminalização do aborto, proliferam clínicas clandestinas, extremamente lucrativas, nas quais o aborto é realizado muitas vezes em condições precárias resultando em riscos para as mulheres. Sem falar nos métodos desesperados que muitas mulheres, oprimidas pela moral , acusação e medo, utilizam para realizar um aborto, introduzindo objetos na vagina. 

São os trabalhadores e a juventude das periferias que mais sofrem com essa situação, pois a classe mais abastada da sociedade tem acesso a métodos abortivos seguros. 

Em nosso país, o aborto consiste na 5ª maior causa de internação de mulheres em hospitais públicos, sendo a 3ª maior causa de morte materna (IBGE, 2001). Segundo dados oficiais, cerca de 250 mil mulheres se internam anualmente por complicações associadas ao abortamento clandestino, sendo uma grande parcela adolescentes. Em 1997, foram 240 mil adolescentes entre 10 e 19 anos. 

O gasto público resultante da prática de abortos clandestinos é muito alto: em 2004, ocorreram 243.998 internações por complicações em hospitais públicos, totalizando um gasto de R$ 35.040.978,90. 

Projeto de Lei 

Desde 1991 está tramitando no Congresso Nacional o Projeto de Lei 1135/91 que:

·         Legaliza o aborto até a 12ª semana de gestação;

·         Legaliza o aborto até a 20ª semana de gestação quando a gravidez significar risco de vida à mulher ou em caso de má formação fetal incompatível com a vida;

·         Assegura o direito à realização do aborto em instituições públicas de saúde;

·         Revoga os artigos do Código Penal que criminalizam o aborto.

Com a eleição de Lula, sob o impulso popular, esse projeto de lei foi retomado, resultando num substitutivo  de 04/10/2005 da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB – RJ), o qual mantinha o mesmo conteúdo. Todavia, desde o final do ano passado, o substitutivo sofreu alterações retirando a posição de legalização do aborto e sobrando apenas o caráter de atenuação da criminalização do aborto. Desde de dezembro, está parado. 

sábado, 13 de dezembro de 2008

Aborto - parte 1

Este texto foi enviado por uma amiga, cristã, à algumas igrejas. Veja:

Aborto
Definição: Aborto é a interrupção da gravidez pela morte do embrião ou feto, com menos de 0,5kg ou com no máximo 20 semanas de gestação. 

História: A prática do aborto era amplamente aceita em várias sociedades antigas: orientais, hebreus (pré lei mosaica) e romana. Sua condenação veio especialmente a partir do cristianismo, quando o imperador romano Septímio Severo afirmava que o aborto lesava o direito do marido à prole. 

A luta pela legalização do aborto está historicamente associada ao combate em torno das liberdades democráticas, reivindicação incorporada há mais de um século à tradição do movimento operário e trabalhador. 

Até hoje, setores opressores da sociedade se posicionam contrariamente ao aborto com o fim de “manterem as mulheres como pessoas de segunda categoria”.

Razões para Lutar pela Legalização

A legalização do aborto não se trata de incentivar a prática do aborto ou mesmo de aprová-la em qualquer caso, afinal, aborto não é, nem nunca deve ser um método contraceptivo. 

Não é por acaso que nos últimos anos a campanha contra o aborto tenha ganhado força. Em países onde a prática já foi legalizada, como nos EUA, a mortalidade materna caiu mais de 10 vezes (e o governo Bush procura retorna à criminalização). 

Dentre os principais argumentos contrários à legalização do aborto está o de que abortar é sacrificar a vida de um ser humano. Contudo as evidências científicas mais recentes demonstram que o desenvolvimento da vida fetal é um processo gradual, sem qualquer divisão moral significante. A estrutura cerebral só se completa após a 12ª semana, enquanto que na 20ª semana a probabilidade de vida extra-uterina é de no máximo 10%. 

No Brasil, o aborto só é considerado legal quando a gravidez coloca em risco a vida da mãe ou quando é resultante de estupro. Todas as demais situações são consideradas como crime, cujo enquadramento no código penal pode resultar em 1 a 10 anos de prisão.